A joia de Malanje

A joia de Malanje
Palanca Negra Gigante o mais raro antílope do Mundo. Simbolo da companhia nacional de bandeira, e da selecção angolana de futebol

17/07/08

Raul Negro Convence a Crítica no Caldo do Poeira




O Músico angolano Raul Negro convidado pela rádio nacional de Angola e pelo Governo da província de Malanje ao Caldo do Poeira edição setenta e quatro, esteve em grande enquanto actuava em palco.

O Jovem músico já com dois discos no mercado nomeadamente "É tempo de Crer", e "Hady", está neste momento em estúdios pelas woffer áudio de Alças Fernandes, e disse a nossa reportagem que brevemente sairá o novo disco, que considera estar mais maduro em relação aos dois primeiros.

Quanto a sua participação no Caldo do Poeira, o autor de "Kikola", levou muitos “caldistas”, nome atribuído aos participantes do projecto, a abandonarem os pratos e rasgarem o salão que se viu pequeno para tanta moldura humana.

Com isso, Raul Negro soube convencer os críticos que "na lagoa o Sapo é Rei".

Caldo do Poeira da Rádio Nacional Chega a Malanje











O projecto do programa Radiofónico Poeira no Quintal serviu o seu caldo número setenta e quatro na cidade de Malanje.












Perto de mil pessoas vindas dos distintos pontos do país, reuníram-se no campo de jogos comandante valódia para homenagear os cantores Mito Gaspar ,Man Ré e Kota Duro estes últimos a título póstomo.


Confira alguns momentos...








Enquanto usn Tomavam o Caldo...









... Outros Ricavam o Chão


Ao Som de:


António Paulino

Tunjila Tuajocota

Jijo, Raul Negro, dentre outros.

A edição número setenta e quatro teve o patrocinio do Governo de Malanje

15/05/08

Malanje Albergou Taça Cosafa em Feminino






Dez dias foram suficientes para vibrarmos e sentirmos saudade da mais alta competição do futebol feminino da africa austral.








A Federação Angolana de Futebol FAF, escolheu as províncias de Malanje e Benguela para acolher o Torneio de Futebol denominado "Taça Cosafa" em femininos. A terra da palanca negra recebeu na primeira fase o grupo numero um com as selecções de Moçambique, Zimbabwe, Swazilandia, Namibia e Angola.








No cair do pano, as Welwitchas, nome atribuído a Seleção de Futebol Feminino de Angola, quedaram-se na segunda posição ao perder na final com as Sul Africanas por 1-3.








A melhor defesa com apenas três golos sofridos não foi suficiente para alegrar os malanjinos que abandoram o estádio 1º de Maio alguns minutos antes do fim da partida.








O Blog SouDeMalanje trouxe algumas imagens do jogo de Abertura num frente a frente entre as Mambas de Moçambique e as Welwitchas de Angola.




25/04/08

Haja Luz em nossas Casas

Por: Custódio Fernando Armando *
In: Vula Magina de Aleluia


Ouvi entre portas e travessas de que apenas uma turbina da barragem de Capanda bastaria para abastecer todos os países da África austral a famosa SADC.

Mito ou verdade, o facto é que a energia produzida pela maior barragem de Angola até ao momento, chega aos soluços às terras da Palanca Negra Gigante, situação que tem estado a preocupar os malanjinos que fazem das tripas o coração para manterem seus televisores ligados e seus alimentos perecíveis conservados.

As constantes falhas, a deficiente rede de abastecimento, bem como a suposta candonga existente no binómio distribuidor – consumidor, suscita muitas vezes a existência de outros problemas que passam pela insegurança dos citadinos no confronto directo com os cabos de alta tensão e a velha mania de revender a luz. Que atire uma pedra quem nunca teve de contribuir para compra de cabo de alta tensão afim de substituir um outro que tenha queimado em consequência de um curto-circuito provocado por quem nunca soubemos. Que atire a primeira pedra quem nunca teve de pagar ao vizinho tal, embora já tenha feito o contrato com a ENE, no sentido deste ceder a ligação da energia do seu ramal.

Existirão com certeza outros factos caricatos sobre o velho problema da Luz Eléctrica. Diante o marasmo, temos visto a luz desaparecendo no fundo do túnel, obrigando-nos a recorrer aos geradores, vulgo “cafumanessa” (Fofandó para Luanda e outras província de Angola) ou “Elemax”, particulares que por sua vez provocam uma autentica poluição tanto sonora quanto ambiental, sem falar dos problemas e das lutas que temos vindo a enfrentar nas longas, fatigantes, tediosas e barulhentas filas de combustíveis. Bem, a nossa vénia vai para a Sonangol que graças a Deus tem sido presença constante quanto ao abastecimento do combustível.

E se uns conseguem satisfazer a demanda de clientes, outros furtam-se de cumprir com sua parte do contrato, já que nós os consumidores legais pagamos mensalmente a luz que consumimos e também aquela que não consumimos. Enquanto esperamos, pacientemente ouvimos nos noticiários e espaços criados em rádios e televisão discursos públicos sobre desenvolvimento socioeconómico um contributo que também é atribuído à Barragem Hidroeléctrica de Capanda.

Haja Luz… Nos corações dos dirigentes e governantes angolanos, haja luz em nossas casas.

Wawé Malanjéé Ku Hady ia dite Kibatu.


* Radialista, Escritor, Professor
In: Denúncias

Malanje aos 25 de Abril de 2008

14/04/08

Com ou Sem Apóio Elas Somam e Seguem

A Miss Malanje Dois Mil e Oito Elisa Alexandre Quiocamba e Sua Primeira Dama de Honor Luisa Maria, continuam lutando para cumprir com o seu mandato da melhor maneira possível. O SouDeMalanje acompanha as mais belas mulheres e trás em fotos alguns momentos.
No dia Internacional da Mulher,as mais belas Mulheres de Malanje estiveram presentes no acto Central realizado no Campo de Jogos Valódia na cidade de Malanje.
Miss Malanje e 1ª Dama de Honor Visitam Idosos e Levam Donaticos constituido por alimentos
Estes rostos já surriram um dia
Uma Foto Familiar
Elisa Quiocamba Miss Malanje 2008

Luisa Maria 1ª Dama de Honor




11/03/08

Miss Malanje já trabalha em seu projecto






Eleita em novembro de dopis Mil e Sete Elisa Alexandre Quiocamba é a Miss Malanje 2008.



O Sou de Malanje decidiu acompanhar as actividades da mais bela mulher da terra da palanca negra em 2008.



Da direita para esquerda: Crianças do Lar de S. Jose de Colony, Elisa Quiocamba e Nadia Vasconcelos Miss Huila dois mil e Oito.



Destaque: Madre Responsavel pelo lar de acolhimento a rapariga desamparada ode familia sem possibilidades.

Algumas das mais de cinquenta meninas amparadas pelo lar de S. Jose de Culony, da igreja Catolica, no dia da entrega de material didactico doado pela Miss Malanje 2008. Elisa Quiocamba.

05/01/08

Onde come um comem dois.

Por: Vula Magina de Aleluia.



Estive atentamente relendo uma matéria de meu grande amigo e camarada Manuel Caetano, e não pude deixar de reflectir sobre o assunto. Estou de acordo com quase tudo que o autor da crónica Angola para os Angolanos, especialmente quando pergunta sobre o destino das verbas do petróleo, diamantes e tantas outras riquezas minerais que o nosso país produz diariamente faça sol ou chuva.

Igualmente concordo com o facto de que estamos num país mais de jeitos que projectos. Se existem projectos muitas vezes não saem do papel embora não posso negar que muitos destes projectos resultam as vezes em algumas obras “descartáveis”.

Em resposta ao meu grande Kamba Man Bebas, chamo atenção a todos os angolanos residentes no exterior e não só, revoltados com a presença dos estrangeiros em Angola. Reconheço a preocupação de nós os donos do país em termos que ser nós mesmos a explorar o potencial económico que à nós pertence despertando atenção ao investimento do nacional em detrimento do Congolês, Maliano, e Chinês como fez questão de ressaltar em seus escritos o autor do testo Angola para os Angolanos.

Desde 1975, que somos chamados a tomar os nossos lugares mas infelizmente tão logo o tomamos queremos usufruir a sós o que no fundo pertence a todos os Angolanos. Desvios de fundos, má governação e injustiça quase sempre fazem parte do dia a dia do dirigente, empresário e até mesmo comerciante angolano. O desemprego em alta escala, provocou caos ao nosso país em tempos já idos, esforçando muito jovem a aderir ao mundo do crime, o que hoje já não se justifica pois em cada cantina ou loja de um senegalês, maliano, coreano ou mauritaniano que se abre, cerca de três a cinco angolanos são empregados. É claro que nem todo o investidor estrangeiro faz isso. Acabam aprendendo com os próprios “donos da terra” que por se acharem ricos de mais recusam-se trabalhar como pedreiros, carpinteiros, empregados de limpeza, só para citar alguns casos. Lamento dizer que muitos de nós nos esquecemos que não é o homem que dignifica o trabalho, mas sim o contrário. Prezados amigo, quem escavaria os buracos para a rede telefónica se por acaso expulsarmos os chineses? Quantos jovens estarão empregados se as vagas de empregos são anunciadas somente depois que estas estejam preenchidas pelos sobrinhos, filhos e primos dos senhores de colarinho branco? Ah já me ia esquecendo que o angolano muitas vezes prefere mandar os seus dinheiros para o exterior, impedindo assim o crescimento da economia e consequentemente a inserção de mais jovens no mercado de trabalho. Já não estudamos muito por escassez de universidades, se nos impedirem de trabalhar com os estrangeiros, o que faremos? Continuaremos bebendo? Sim porque com a demanda de fábricas de cerveja, investimento dos “ANGOLANOS” teremos daqui em tempos uma sociedade ébria e eles sempre se enriquecendo.

Abram os olhos manos.